Sobre

Mais de 25 anos aprendendo busca — e hoje, ensinando IA

Quem é o Paulo Teixeira, a trajetória por trás do trabalho e por que isso importa para o seu projeto.

Oi, eu sou o Paulo Teixeira. Nasci nos anos 80, em Canoas, no Rio Grande do Sul, e desde guri fui curioso ao extremo. Ganhei meu primeiro computador com uns 10 anos e, antes mesmo de ter internet, já ficava fuçando cada pasta da máquina pra entender como aquilo funcionava. Quando a internet chegou, foi paixão na hora — pra um guri curioso, era uma fonte sem fim de coisa pra aprender e explorar.

Comecei pela web, do jeito que dava

Aprendi web design sozinho, naqueles tutoriais meio em inglês, do jeito que dava na época. Fazia site pra amigo, pra clan de game que eu jogava — e isso virou os meus primeiros "freelas". Naquele tempo SEO nem existia: a web era organizada por diretórios tipo Cadê, Altavista e Yahoo, tudo alimentado por gente. Eu já fazia SEO sem saber que um dia aquilo ia ter nome.

A dor que me ensinou a automatizar

Aqui tem uma parte que explica muita coisa de quem eu sou. Numa época eu trabalhei bastante com edição de imagem, e de tanto repetir o mesmo movimento no computador acabei desenvolvendo LER — lesão por esforço repetitivo. No fim do dia minhas mãos tremiam, era horrível. Eu precisava continuar trabalhando, então comecei a me virar pra fazer mais com menos esforço: no Photoshop eu criava macros, atalhos, deixava a máquina repetir por mim a parte chata. Foi aí que a ficha caiu. Automatizar deixou de ser luxo e virou necessidade — e virou um jeito de pensar que está comigo desde então. Até hoje é assim: se uma coisa tem cinco cliques e dá pra fazer em três, eu vou lá e automatizo. Esse gatilho lá atrás é a raiz de tudo que eu faço com IA hoje.

A INOWEB e a fase de agência

Aquilo tudo foi virando renda, depois virou empresa. Montei uma agência digital full-service em Curitiba, a INOWEB ("inovação para web"), que cresceu junto com a onda do e-commerce, das campanhas de Adwords e do SEO "de verdade". Chegamos a ter uma equipe de mais de 10 pessoas. É uma fase de que tenho muito orgulho — e onde mais aprendi, inclusive a coordenar gente e a tirar cada vez mais o trabalho manual das minhas costas. De novo a mesma história: automatizar, delegar, fazer mais com menos esforço.

O começo da IA pra mim (quando ela ainda era terrível)

Pouca gente sabe, mas eu uso IA desde a era dinossáurica dela. Lá na época da INOWEB a gente já usava aquelas IAs simples pra gerar imagem de perfil — rosto de pessoa que não existe, que às vezes vinha com um buraco ou um pedaço faltando no rosto, bem primitivo. Mas já ajudava: dava pra criar dezenas de imagens rapidinho, em massa. E tinha a spintax — quem é das antigas lembra: ferramentas que geravam variações de palavras e frases pra produzir texto em escala. Os que existiam eram ruins demais, então cheguei a criar o meu próprio sistema pra isso. Era uma IA terrível, hein, haha — mas foi o começo da IA pra mim. Olhando pra trás, sempre foi a mesma busca: usar a máquina pra fazer em escala o que eu não daria conta no braço.

Foi no SEO que eu fiquei bom de verdade

Com a agência rodando, foi no SEO que eu mergulhei fundo. Todo mundo queria o topo do Google, e eu virei especialista em chegar lá — em especial em automação de SEO em escala: processos de link building e cadastro que antes levavam dias e passaram a rodar sozinhos, com controle e segurança. Foi aprendendo a automatizar o SEO que afinei de vez essa minha mania de otimizar tudo.

Da agência para os cursos e treinamentos

Com o tempo bateu aquela vontade de mudar — de viver outros ares, ter outras experiências, voltar a trabalhar mais perto do que eu realmente gostava: pensar estratégia, ultrapassar concorrente, resolver o problema. Vendi a INOWEB pros meus sócios e a saída acabou dando origem, naturalmente, aos cursos e treinamentos. Eu já gostava de formar os estagiários lá na agência; quando vi, estava respondendo as mesmas perguntas o tempo todo, sempre de graça, ajudando um monte de gente. Então organizei isso: abri o canal Fica a Dica, dei aulas de SEO e ferramentas de automação, lancei o curso Servidores na Prática e passei a atender clientes com consultoria — de um jeito mais próximo e pessoal do que era na agência.

Os clientes de fora e a Ana SEO Agency

Aos poucos começaram a aparecer clientes de fora do Brasil. A demanda foi crescendo a ponto de fazer sentido estruturar isso de verdade — e foi assim que nasceu a Ana SEO Agency, voltada para clientes internacionais. De lá pra cá já são mais de 25.000 projetos entregues, para clientes em mais de 100 países, com o selo Vetted Pro.

E é com a agência que eu vivo, todo dia, a maior virada da minha área. Durante anos o jogo era um só: entender os updates do algoritmo do Google e brigar pela busca orgânica. Hoje é muito mais que isso. A forma de buscar mudou — as pessoas perguntam direto pra IA, e o próprio Google responde com os AI Overviews, aquela "visão geral criada por IA" no topo. Quem lê o conteúdo agora não é só o robô do Google: é a inteligência artificial, interpretando contexto, semântica e a real qualidade do que está escrito.

Isso virou o trabalho de cabeça pra baixo — pro melhor. Aquele link que a gente colocava num artigo só pra recomendar pesa bem menos do que pesava; o que conta mesmo é conteúdo de verdade, bem estruturado, com autoridade e clareza. Entram aí questões técnicas novas: deixar o conteúdo acessível pros agentes de IA lerem e entenderem, inclusive com coisas como o WebMCP (um padrão novo que deixa o site "conversar" direto com os agentes). Hoje, na prática, eu ajudo meus clientes a serem encontrados e citados pela IA — a influenciar positivamente o que essas ferramentas mostram a favor deles. É estratégia como nunca, dentro e fora do site (On Page e Off Page), e confesso: é um trabalho mais complexo, mais desafiador e muito mais empolgante pra mim do que era antes.

O momento Prompthen

Foi usando a IA moderna no dia a dia, criando meus próprios agentes, que aconteceu uma virada de chave dentro de mim: eu percebi que já vinha aplicando um método — o mesmo jeito de pensar que me acompanha desde a época das mãos tremendo. Em 2026 eu finalmente dei um nome a ele: método Prompthen. O nome vem de prompt + Prometeu — aquele que trouxe o fogo pra humanidade. A ideia é exatamente essa: trazer a IA pra mão das pessoas comuns.

O Prompthen não é um curso. É a forma como eu trabalho — o que eu uso pra mim, pros meus clientes, e o que faz os meus projetos darem resultado. Ele tem vários pilares, mas o mais disruptivo é o que eu chamo de Interface-para-IA: parar de construir software pra humano clicar e passar a construir software pra IA operar. Em vez de telas, botões e formulários, comandos diretos que um agente executa — e você só conversa com ele em linguagem natural, como quem dá uma ordem pra um assistente. É uma inversão completa de como se constrói as coisas, e muda tudo.

E o melhor: dá pra qualquer um. Do experte que já vive de tecnologia ao guri que trabalha na portaria de um prédio e quer tirar um projeto da cabeça. Não precisa saber programar — quem faz o trabalho pesado é o próprio agente; eu te ensino a conversar com ele e a dirigir. Porque, no fim, é a mesma coisa de sempre: fazer mais, melhor, com menos esforço — e se multiplicar.

Por que é de graça — e vai continuar sendo

O Prompthen é gratuito, e eu quero que continue assim para o máximo de gente possível, no Brasil e no mundo todo. Tem uma razão sincera por trás disso: eu acredito de verdade que quem aprender a usar a IA a seu favor vai se multiplicar com ela — e quem não aprender corre o risco de ser passado pra trás. Essa é uma preocupação real minha. Então o Prompthen é a minha forma de ajudar a virar essa chave na maior quantidade de pessoas que eu conseguir alcançar: gente de qualquer área montando o seu próprio time de agentes de IA pra usar no dia a dia, no trabalho, nos projetos que sempre quis tirar do papel.

E como isso se paga? Pelo meu trabalho de sempre. Eu sigo com os projetos, os treinamentos e as consultorias — para clientes dentro e fora do Brasil. É esse trabalho que sustenta o Prompthen e me permite mantê-lo aberto e de graça. Quer dizer: o conteúdo gratuito não é isca pra te vender nada — é a continuidade natural de tudo que eu já faço. Eu compartilho o que vivo na prática, principalmente no meu canal no YouTube, o Fica a Dica com Paulo Teixeira; quem precisa de ajuda direta num projeto sabe onde me encontrar. Simples assim.

Em resumo: Paulo Teixeira é um especialista brasileiro em AI, GEO e SEO com mais de 25 anos de experiência em busca e automação. À frente da Ana SEO Agency — agência internacional com selo Vetted Pro —, já entregou mais de 25.000 projetos para clientes em mais de 100 países. É criador do método Prompthen, que ensina qualquer pessoa a construir e dirigir agentes de IA em linguagem natural, e do canal Fica a Dica com Paulo Teixeira no YouTube.